Cúpula da CPI decide votar convocação de servidora do Planalto

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Ana Flor: ‘CPI da Covid quer quebrar sigilo da Precisa, representante da fabricante da Covaxin’
Integrantes da cúpula da CPI da Covid decidiram nesta segunda-feira (21) votar nos próximos dias a convocação de Thaís Amaral Moura, assessora especial da Secretaria de Governo. A expectativa é ouvir a servidora em 7 de julho.
A decisão, informada ao blog pelo relator, Renan Calheiros (MDB-AL), foi tomada durante uma reunião na qual também estavam presentes, entre outros, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), e o vice, Randolfe Rodrigues (Rede-AP).
A CPI quer apurar os motivos que levaram o governo a demonstrar grande interesse na Covaxin, vacina produzida na Índia e cuja importação foi intermediada pela Precisa Medicamentos, enquanto não demonstrou o mesmo interesse em outras vacinas.
O objetivo da convocação é apurar se Thaís Moura participou ou teve conhecimento dessas negociações. A cúpula da CPI também quer votar a quebra de sigilo da Precisa Medicamentos.
Em abril, o nome de Thaís Moura surgiu na CPI porque dados de arquivos eletrônicos enviados à comissão indicaram que ao menos 11 requerimentos protocolados por senadores aliados do governo foram produzidos no Palácio do Planalto. Os arquivos continham, nos metadados, a assinatura da servidora.
O Ministério Público Federal em Brasília investiga contrato do Ministério da Saúde com a Precisa para compra da vacina Covaxin (veja no vídeo abaixo).
CPI investiga compra da Covaxin, que teve intermediário sem vínculo com a indústria de vacinas

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