Volume de ofertas de empresas brasileiras é o maior da série histórica, diz Anbima

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Segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, volume foi de R$ 335,1 bilhões de janeiro a setembro deste ano. Desempenho é foi influenciado pela retomada das ofertas de ações. O volume total de ofertas de empresas brasileiras no mercado de capitais de janeiro a setembro deste ano alcançou R$ 335,1 bilhões, informou a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Em relação aos R$ 237,7 bilhões alcançados em igual intervalo de 2018, o crescimento foi de 41%.
“Esse valor é o maior já registrado na série histórica da associação, o que só reforça o nosso entendimento da força do mercado de capitais para o financiamento das companhias”, afirmou José Eduardo Laloni, vice-presidente da Anbima.
Sede da Bovespa, no Centro de São Paulo
Miguel Schincariol/AFP/Arquivo
Os números incluem ofertas de ações, renda fixa e híbridos (notas promissórias, CRAs, CRIs e fundos imobiliários) e bonds vendidos no mercado externo.
Oferta de ações
A principal razão para o crescimento foi a retomada das ofertas de ações. Elas passaram de R$ 6,9 bilhões, de janeiro a setembro de 2018, para R$ 57,6 bilhões, volume cerca de 8 vezes superior, no mesmo período deste ano.
Esse total é o terceiro maior volume já registrado pela Anbima, perdendo só para os R$ 75,5 bilhões de 2007, ano do boom de ofertas iniciais de ações no mercado brasileiro, e para os R$ 70,4 bilhões de 2010.
Oferta de debêntures
O volume de ofertas de debêntures permaneceu praticamente estável de janeiro a setembro, em R$ 122 bilhões; mas nas operações híbridas de renda fixa (notas promissórias, letras financeiras, CRA, CRI, Fidcs e fundos imobiliários) o crescimento foi de 43%, para R$ 89 bilhões, um recorde.
Laloni destacou o aumento da participação de fundos de investimento na compra das debêntures. Esses veículos saíram de uma participação de 44,8% do total das emissões para 56,2%, A fatia dos intermediários e instituições ligadas à oferta permaneceu em queda, de 38,9% para 35,5%.

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