Nissan e Ghosn fecham acordo para pagar US$ 16 milhões em multas nos EUA

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Montadora e seu ex-presidente foram acusados de esconder mais de US$ 140 milhões em remunerações do brasileiro. Ele aguarda julgamento, em liberdade, no Japão. Carlos Ghosn, ex-presidente da Nissan, em imagem de maio de 2019, no Japão
Ren Onuma/AP
A Nissan e seu ex-presidente, Carlos Ghosn, fecharam um acordo com a comissão de valores mobiliários (SEC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos para pagar o total de US$ 16 milhões em multas, informou o órgão regulador nesta segunda-feira (23).
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Ghosn e a montadora foram acusados de esconder dos investidores mais de US$ 140 milhões em remunerações ao antigo líder da fabricante. No acordo, Ghosn também concordou em não trabalhar como executivo de uma empresa nos próximos 10 anos.
Do total pago à SEC, a Nissan ficará responsável por R$ 15 milhões, e Ghosn pagará US$ 1 milhão. As acusações foram resolvidas com as autoridades americanas sem que Ghosn e a Nissan assumissem ou negassem os crimes.
Ghosn aguarda julgamento no Japão
O brasileiro Ghosn foi preso no Japão e demitido pela Nissan no ano passado. Ele está aguardando julgamento em Tóquio por acusações de má conduta financeira que ele nega.
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Arte/G1

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