Veja as profissões que mais geraram empregos formais em 2018 e as que mais perderam vagas

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Maioria das vagas criadas no ano passado foram no setor de serviços e no comércio, em ocupações que exigem até o ensino médio. Carteira de trabalho
Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas
Após 3 anos seguidos de perdas de postos de trabalho com carteira assinada, o Brasil voltou a gerar empregos formais em 2018, quando foram criadas 529.554 novas vagas. Essa é a diferença entre as contratações, que totalizaram 15.384.283 em 2018, e as demissões – que somaram 14.854.729 pessoas.
A maioria das vagas criadas foram no setor de serviços (398 mil) e no comércio (102 mil), em ocupações que exigem até o ensino médio, e foram ocupadas majoritariamente por trabalhadores de até 24 anos.
De acordo com os números do governo, sete dos oito setores da economia abriram vagas no ano passado. O setor de serviços foi o que mais abriu vagas, e a administração pública foi o único setor que demitiu trabalhadores.
As 10 ocupações que mais geraram empregos formais:
Alimentador de linha de produção: 100.061
Faxineiro: 61.653
Auxiliar de escritório, em geral: 56.511
Servente de obras: 42.372
Atendente de lojas e mercados: 37.079
Repositor de mercadorias: 33.125
Recepcionista em geral: 28.530
Embalador, a mão: 27.497
Assistente administrativo: 25.702
Técnico de enfermagem: 24.420
As 10 ocupações que mais perderam empregos formais:
Supervisor administrativo: -23.712
Gerente administrativo: -20.350
Gerente de loja e supermercado: -12.984
Gerente comercial: -10.550
Motorista de carro de passeio: -10.166
Pedreiro: -9.425
Gerente de vendas: -8.964
Supervisor de vendas comercial: -8.505
Cozinheiro geral: -8.213
Conferente de carga e descarga: -8.173

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